quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

É ESSE O VÍRUS QUE EU SUGIRO QUE VOCÊ CONTRAIA!!!

"Não vá levar tudo tão a sério
Sentindo que dá, deixa correr
Se souber confiar no seu critério
Nada a temer
Não vá levar tudo tão na boa
Brigue para obter o melhor
Se errar por amor Deus abençoa
Seja você

É esse o vírus que eu sugiro que você contraia
Na procura pela cura da loucura,
Quem tiver cabeça dura vai morrer na praia."

Djavan e Gabriel o Pensador

Entre as minhas idas a vindas do Laranjal até o centro de Pelotas, tenho tido bastante tempo pra escutar músicas... algumas bem antigas das quais não deixei de adorar...
E hoje, voltando pro trabalho, "solzão" brilhando e eu agradecendo a Deus por mais um dia desses e sobretudo por estar bem e feliz escuto uma música que pensando no que postar, decidi publicar a letra.
Bem reflexiva eu diria, hehehehe... ainda mais assim, a poucos dias de 2010, e que seja DEZ mesmo! E tem como ser diferente? =`)


Aproveitem e TRANSFORMEM-SE!!! ARRISQUEM-SE!!! SE ENTREGUEM PARA A VIDA, VIVAM E SEJAM FELIZES!!!

Buenas, fico por aqui... e repito, como sempre pra aproveitarem bastante os momentos!!! Eles jamais voltam (novidade Carol, lol...)!

A música de DJAVAN e GABRIEL O PENSADOR chama-se "A CARTA" e no trecho, Djavan se refere ao companheiro como "BIEL"...

Acima, um trecho da música (letra), e abaixo outro trecho, em que Djavan faz a leitura da carta:

"Vou ler a carta que o Biel mandou pra você, lá do Brasil:

Eles me disseram tanta asneira, disseram só besteira
Feito todo mundo diz.
Eles me disseram que a coleira e um prato de ração
Era tudo o que um cão sempre quis
Eles me trouxeram a ratoeira com um queijo de primeira
Que me pegou pelo nariz
Me deram uma gaiola como casa, amarraram minhas asas
E disseram para eu ser feliz

Mas como eu posso ser feliz num poleiro?
Como eu posso ser feliz sem pular ?
Mas como eu posso ser feliz num viveiro,
Se ninguém pode ser feliz sem voar?

Ah, segurei o meu pranto para transformar em canto
E para meu espanto minha voz desfez os nós
Que me apertavam tanto
E já sem a corda no pescoço, sem as grades na janela
E sem o peso das algemas na mão
Eu encontrei a chave dessa cela
Devorei o meu problema e engoli a solução
Ah, se todo o mundo pudesse saber
Como é fácil viver fora dessa prisão
E descobrisse que a tristeza tem fim
E a felicidade pode ser simples como um aperto de mão"

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